12/01/2009

Fanatismo: Um veneno eminente...


por Rogério Verinaud


Em qualquer campo, a presença do fanatismo nunca foi e jamais será saudável. Constitui-se em algo nocivo e no MLM não poderia ser diferente. Pessoas bem intencionadas adentram todos os dias ao sistema, muitos a título de curiosidade 'pagando pra ver' se funciona mesmo. Contudo, alguns desses candidados se envolvem de tal forma que se deixam contaminar por um vírus perigoso chamado 'fanatismo'. É extremamente importante proteger-se dele, pois o desenvolvimento dessa condição costuma surrupiar dessas pessoas a capacidade de discernimento.

O fanático de qualquer empresa de MLM, em geral, não consegue discernir e medir sua evolução dentro dela, muito menos admitir problemas explícitos que podem estar afetando seu desempenho. Se tornam céticos em relação a outras oportunidades, munem-se de escudos protetores, privando-se assim de conhecer uma que poderia se adequar melhor às suas caracteristicas. possibilitando assim, consequentemente, um progresso satisfatório à médio prazo (em torno de 3 a 5 anos, no máximo).

Essas pessoas costumam se gabar de sua fidelidade à primeira e única companhia a que se afiliaram e expressam orgulho por estarem firmes nelas até hoje, mesmo depois de 5, 6, 8 anos de trabalho focado e progresso medíocre. Essas mesmas pessoas, inadvertivelmente, costumam julgar de forma generalizada e sumária distribuidores de outras empresas, desaprovando o fato de terem trocado de companhia mais de uma vez, sem ao menos conhecer suas razões.

Não estou aqui querendo bancar o advogado do diabo, aprovando a conduta daqueles indecisos e volúveis aventureiros do MLM que não sabem o que querem e trocam de companhia como trocam de camisa, na primeira dificuldade que encontram. Acho até oportuno citar aqui um trecho do livro do Sergio Buaiz, 'A Fórmula da Liderança': '...Conheço um senhor que costumava gabar-se de sua sabedoria do ramo de MLM. Ele se orgulhava muito de ter se envolvido com 21 companhias nos últimos quinze anos. Claro, não ganhara dinheiro em nenhuma delas, mas aquela a que ele tinha acabado de se afiliar iria torná-lo rico! Novamente. (Len Clements)'. Esses, certamente jamais chegarão a lugar algum.

É importante lembrar que há profissionais sérios e competentes neste mercado, que não acertaram na primeira ou segunda empresa, cada um com seus motivos, e isso não os torna menos capazes. Ousaram continuar perseguindo seus objetivos até serem bem-sucedidos no final, e às vezes, em muito menos tempo que os tais fiéis de uma só companhia, apesar do tempo perdido nessas trocas.

O que vale, de fato, é o resultado que será obtido lá na frente, não importando os caminhos percorridos, nem os tropeços no decorrer deles. Na verdade, a atitude de mudar de companhia exige muito mais coragem, determinação e muitas vezes mais bom senso do que manter-se na mesma companhia, estagnado, pela negligência pessoal deste distribuidor. É a velha história da zona de conforto de 'Quem Mexeu no Meu Queijo'. Mudar é sempre mais desafiador e difícil do que continuar em terreno confortável e conhecido.

Se você sente-se constrangido por ter mudado de companhia, ignore as opiniões e críticas, faça o que julga ser correto e sensato. Siga sua consciência, mantenha sua fé e continue comprometido com o Sucesso!

Todos os homens bem sucedidos, nessa ou naquela instância, receberam críticas, e algumas até bem severas, mas não se deixaram abater por isso. Sabiam o que queriam e ousaram nadar contra a maré. Continuaram trabalhando resolutos, convictos que seriam bem sucedidos até atingirem a meta originalmente estabelecida, silenciando assim os 'experts' no assunto que os subjulgaram no passado.

Lembre-se: só não erra aquele que não tenta!




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