09/12/2008

Uma tribo muito especial



A princípio, inseridos na multidão, nesta selva de pedra, passam desapercebidos. É quase impossível identificá-los a olho nu. Seriam apenas alguns rostos a mais nesta massa de gente, se não fosse por um detalhe: a capacidade de sonhar e acreditar no que para o restante das pessoas é impossível, inatingível, inconcebível.

Eles têm luz e energia própria. Parecem protegidos por um escudo invisível de fé e esperança que os mantém firmes e decididos, alheios a influências negativas e desmotivadoras. Como podem ser tão semelhantes externamente e tão diferentes por dentro, no cérebro, na alma, na atitude? Eles simplesmente não pertencem ao mesmo mundo.

Esses nativos do planeta sonho tem olhar diferente. Enxergam com outros olhos o panorama ao seu redor. Suas florestas são mais verdes, o ar mais puro, a água mais cristalina, o vento mais suave e as estrelas mais brilhantes. E como profetas do amanhã, idealizam e constroem seu futuro exatamente como sonharam. Eles são uma tribo de guerreiros e vencedores!

Solidários, tentam com paciência e generosidade arrebanhar outros que aspiram também uma vida melhor, um mundo melhor para os que vivem à margem da dignidade. Uns compreendem, outros não. Uns enxergam, se entusiasmam, se juntam a eles, dobram as mangas e vão à luta, outros se mantêm céticos e inertes, esperando milagres que nunca acontecem. E assim hibernam seus sonhos para sempre.

Ainda como uma discreta minoria, aos poucos eles ganham força e se multiplicam para o bem geral desta coletividade. Orientados por uma estranha força e movidos por um irresistível e irradiante entusiasmo, eles conduzem a si e aos outros rumo a um objetivo em comum: a prosperidade e a felicidade mútua. Acendem a luz no fim do túnel daqueles que ainda se encontram desorientados no breu, sem metas, sem objetivo, sem destino. E assim, um exército de homens e mulheres confiantes e decididos toma forma.

É incrível a diferença de perfil desta minoria em relação aos demais. Estes têm por hábito fugir das boas oportunidades que se apresentam em suas vidas. A maioria só consegue enxergar ou conceber um bom emprego como sua principal meta. Esta é, para eles, a melhor de todas as oportunidades que poderia existir para se "viver bem". Nas mentes dos pobres mortais, que não tiveram o privilégio de nascer em berço de ouro, nada pode superar as vantagens e a "estabilidade" de um emprego, especialmente aquele conquistado através de concurso público. E quando se dão a chance de serem apresentados a uma real oportunidade, que poderia de fato mudar o curso de suas vidas para sempre, deixam seus velhos paradigmas aflorarem e sumariamente desprezam a grande chance, selando assim seus destinos a uma vida limitada de possibilidades.

A velha tribo, que começou a se formar na década de 40, com a idéia iluminada de Carl Rehnborg, transpõe gerações e fronteiras. Se auto-impõe pela simplicidade, coerência e inteligência de seu conceito e filosofia. E talvez, por ser tão simples (apesar de genial!) e com um princípio tão básico, resida aí o motivo de tanta polêmica. Pessoas de mentes conservadoras não conseguem conceber como um sistema tão simples e primário poderia funcionar, e não se rendem nem diante das evidências. E esta postura cética acaba por privá-los dos inúmeros benefícios de um estupendo negócio: a indústria do Marketing Multinível.

Infelizmente, não podemos convencer a todos da grandiosidade desta oportunidade, por mais que nos empenhemos. Por um lado, isso não é de todo ruim. Afinal, é interessante haver sempre um número expressivo de consumidores fiéis que preferirão se manter nesta posição, sem nunca se associar a empresa alguma. Muito embora, uma parte deles ceifarão, com esta postura, uma grande chance de tornar viáveis muitos de seus sonhos.

Nossa tribo é única e mais que especial. É a prova que o ser humano é muito mais que um animal racional e superior às demais espécies. É comparado a um grande baú, abarrotado de riquezas e possibilidades infinitas e incalculáveis. Pena que muitos preferem abrir mão do direito de levantar sua tampa e explorá- lo. Não sabem que são os únicos responsáveis pela decisão de abrir mão do direito de possuir todas as espécies de riquezas: em dinheiro, realizações pessoais, amor, amizade e felicidade duradoura. E quando dão conta, a vida já passou em branco.


por Rogério Verinaud -
Rogério é Publicitário e Distribuidor Líder de Marketing Multinível.

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