06/10/2009

Mulher de 95 anos em busca de seus sonhos...

Recebemos o texto abaixo de um site de motivação. A mensagem é linda. Mostra que se temos sonhos devemos correr em busca deles. Boa leitura.

Mulher de 95 anos é a mais velha a se formar em Universidade

HAYS, Kansas – Sentada na primeira fileira em sua classe da faculdade tomando notas cuidadosamente, Nola Ochs tem chance tanto de responder quanto de perguntar. Essa não é a única coisa que a distingue de seus colegas estudantes na Universidade Fort Hays. Ela tem 95 anos, e quando ela se formar no dia 12 de maio, ela será a pessoa mais velha do mundo a receber um diploma universitário.

Ela não planejou dessa maneira. Ela só amava aprender quando adolescente na fazenda Hodgeman County, depois como uma professora em uma escola de uma sala e depois como esposa e mãe.

“Esse desejo por estudo ainda estava lá. Eu vim para cá sem pensar que seria uma coisa diferente”, ela disse. “Era algo que eu queria fazer. Deu-me uma sensação de satisfação. Eu gosto de estudar e aprender”.

O recorde que Ochs quebrará, segundo o livro Guinness dos Recordes, pertence a Mozelle Richardson, que com 90 anos recebeu, em 2004, um diploma de jornalismo pela Universidade de Oklahoma.

“Devemos todos olhar para isso e fazer coisas incríveis. Sua realização desafia todos a alcançarmos nossos objetivos e sonhos”, disse Tom Nelson, chefe de operações da AARP em Washington.

Ela recebeu ofertas para aparecer na televisão, e repórteres aparecem querendo entrevistá-la. Ela reconhece gostar disso.

“Atrai atenção para essa faculdade e essa parte do estado. Boas pessoas vivem aqui”, ela disse. “E eu ainda uso o mesmo tamanho de chapéu”.

Mas ela acrescentou: “Eu não insisto na minha idade. Pode limitar o que eu posso fazer. Enquanto eu tiver minha mente e minha saúde, é só um número”.

Outono passado, Ochs se mudou para um apartamento no campus a 160 km de sua fazenda ao sudoeste de Jetmore para terminar as últimas 30 horas e conseguir o diploma em estudos gerais com ênfase em história.

“Todos me aceitaram, e eu me sinto como qualquer outra estudante”, ela disse. “Os estudantes me respeitam”.

Saindo da sala, Skyla Foster, estudante de história, vê Ochs e a chama. Para todos no campus, ela é “Nola”, não sra.Ochs – e é assim que ela quer.

Todd Leahy, presidente do departamento de História, teve dúvidas se Ochs conseguiria acompanhar os outros estudantes. Depois da segunda semana, todas as dúvidas se foram, quando ele descobriu que ela poderia contar experiências na história.

Leahy, que faz quatro aulas com Ochs, quer gravar histórias com ela depois que ela se formar.

“Eu posso falar sobre isso, mas ter Nola na classe dá uma dinâmica que não pode ser superada”, disse Leahy. “É uma perspectiva original que você quase nunca tem”.

“Durante uma discussão da segunda guerra mundial, Ochs contou como ela e seu marido, junto com outros fazendeiros de trigo da área, cultivaram soja em alguns de seus acres para a guerra”.

Uma alegria a mais para Ochs é que sua neta de 21 anos, Alexandra Ochs, se formará com ela. “Quantas pessoas da minha idade tem a chance de aproveitar com suas avós? Ela é realmente aceita pelos outros estudantes”, disse Alexandra. “Eles curtem ela, mas provavelmente não tanto como eu”.

Ochs disse que ela não vê a hora de chegar em casa para ajudar com a colheita de trigo, como ela tem feito todo ano desde que ela se lembra. Depois da colheita, ela pode até viajar ou ter mais aulas na faculdade comunitária.

Depois disso?

“Eu irei procurar emprego em um cruzeiro como contadora de história”, ela disse, sorrindo.

O olhar determinado em seus olhos não deixa dúvidas de que ela está falando sério.

Fonte: Um toque de motivação

Pense nisso

André e Simone Calamita

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