28/01/2009

Inspiração Perfumes Procura Líderes: Candidate-se

Mercado Procura Líderes: Candidate- Se.

L - Ligado
Í - Idealizador
D- Dedicado
E - Empreendedor
R - Referencial

É incrível como atravessamos uma época tão paradoxal.
Enquanto de um lado vive um Brasil repleto de “desempregados” e “desempregando-se”, do outro vive um Brasil onde suas empresas estão sedentas na busca de contratação de líderes.

Este profissional faz, o tempo todo, dos problemas a forma de medição de forças para resolução e dos desafios metas de concretização.

Ser líder deixou de ser tão-somente um estilo de gerência, mas um requisito basilar no gerenciamento moderno.

O líder nunca pede forças a Deus para superar os problemas... Agradece a Deus a forma de demonstrar o quanto, através dos problemas, tem forças para vencê-los.

Este não conhece seus limites para atingir o sucesso, pois sabe que muitas vezes tal limite está apenas na cabeça e não, em seu potencial.

Ele é motivado e motivador, busca no resultado, a conquista; no esforço a rapidez; no entusiasmo, a qualidade; no trabalho, o amor.

Tem atitudes, iniciativa e vontade, é dele o mundo de hoje.

Épocas diferentes exigem profissionais diferentes, eis que a mudança é inevitável, acompanhá-la é que é uma opção. Assim ele pensa, por isso é rápido nas atitudes porque é extremamente adaptável.

O verdadeiro líder enxergou isto e saiu na frente. Ele é apaixonado pelas diferenças entre seus colaboradores, porque sabe que a arte do grande profissional é tirar um único resultado de vários diferenciais.

Ele tem um desejo incessante de fazer o diferente – porque sabe que aí está a diferença; de mudar – porque sabe que nada mais permanece por muito tempo no mesmo lugar; de criar – porque sabe que foi assim que o mundo começou e Deus disse – serás feito a minha semelhança.

Assim é o líder que as empresas procuram, e o melhor de tudo é que qualquer um de nós pode se tornar líder.

Já prestaram atenção que quando éramos crianças e começamos a andar, quebramos pernas, braço, levamos pontos na cabeça, e assim que chegávamos do hospital continuávamos tentando aprender a andar, e se nossos pais deixassem, quebraríamos o outro braço ou perna? Mas, foi assim, mesmo com dor, que nunca desistimos de aprender a andar e essa é a razão de hoje não rastejarmos, pois quando crianças, apesar da dor nunca desistimos de aprender a andar.

Artigo de Gonçalo Jr. é Economista; Advogado; Conferencista; MBA em Gestão Empresarial; Suas palestras detêm forte apelo emocional estimulando os ouvintes a buscarem o potencial da força interior.


Até a próxima!!

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